Durante minha graduação médica, optei por cursar, de forma oficial e voluntária, a disciplina de Biomecânica da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), aprofundando minha base na integração entre anatomia, movimento e fisiopatologia. Fui aprovado com conceito máximo, e essa formação teve impacto direto na forma como correlaciono estruturas anatômicas com padrões de lesões na prática.
Além disso, também concluí um curso extracurricular em biomecânica (certificado anexo – biomecanica), reforçando meu interesse prévio no tema antes mesmo do curso formal.
Por que estudar biomecânica?
Dominar os princípios biomecânicos permite entender, com mais precisão, por que e como as lesões ocorrem. Um exemplo clássico é a maior incidência de lesões durante contrações excêntricas, algo que só se torna evidente quando se compreende as forças vetoriais e a estrutura anatômica envolvida.
Biomecânica na prática
Durante esse mesmo período, desenvolvi uma playlist pública no YouTube com conteúdos aplicados, correlacionando biomecânica óssea, vetores de força e anatomia aplicada às lesões.
📺 Playlist – Biomecânica Aplicada às Lesões:
Biomecânica no curso de lesões
Esse aprofundamento resultou na criação de um módulo interno dedicado à biomecânica no curso “Anatomia das Lesões Esportivas”, com aulas práticas focadas em:
Forças de tração, compressão e cisalhamento
Biomecânica da corrida e marcha
Lesões comuns por sobrecarga mecânica

Conheça o curso completo
Se você deseja dominar não apenas a anatomia, mas também o raciocínio biomecânico por trás das principais lesões esportivas, acesse:
